Caldas Novas - Segunda-feira, 06 de fevereiro de 2012
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A educação

A cidade de Caldas Novas cultua devidamente os seus valores literários. Exemplo disso é a constituição da Academia de Letras e Artes de Caldas Novas. A Academia foi fundada em 31 de agosto de 1990 pelos professores Álvaro Catelan e Genesco Bretas, além de Oscar Santos e Enoc Corrêa, e reúne pessoas que devotaram parte de sua vida à educação e à arte literária. A Academia de Letras e Artes de Caldas Novas permite recuperar a tradição instaurada desde 1916, quando existiu nesse município o Grêmio Literário Recreativo Minerva.
Esse grêmio visava despertar os jovens para a prática da leitura. A cultura local nessa época encontrou em Orcalino Santos, Pedro Branco de Souza, Mestre Orlando Rodrigues da Cunha, Cyro Palmerston Guimarães, Pedro Celestino da Silva, José Virgiliano do Carmo, João de Ozeda Ala, Odilon de Souza, José Theóphilo de Godoy, os primeiros incentivadores e mecenas das artes literárias da cidade. Outro grande destaque literário de Caldas Novas foi Maria Cândida de Godoy. Filha de Juca de Godoy e Dona Béssie Borges de Godoy, tornou-se a melhor declamadora de poemas da cidade, chegando mesmo a fazer um curso de Declamação no Rio de Janeiro.
Por ter uma memória privilegiada e disciplinada, contava histórias e estórias de Caldas Novas de forma totalmente despretenciosa e natural. Desta mesma linhagem de intelectuais, Caldas deu a Goiás a sensível e modesta figura do Professor Bretas. Genesco Ferreira Bretas nasceu em Caldas Novas em 1911. Foi professor da Universidade Federal de Goiás e um dos maiores estudiosos da história da Educação no estado, além de ter sido um dos pioneiros na implantação dos cursos de educação na UFG e na Universidade Católica de Goiás. Nesse sentido, vale relacionar sua obra História da Instrução Pública em Goiás, livro fundamental para os estudiosos de História.
Oscar Santos é outro nome de destaque na história de Caldas Novas. Além de político, era reconhecido por sua memória invejável e por personificar o zelo pela memória histórica de Caldas Novas. Juntamente com Celso de Godoy, fundou o primeiro jornal editado na cidade, denominado O Kró. Este jornal circulou por cinco anos na cidade, na década de 30. Celso de Godoy, outro importante incentivador das artes e da literatura em Caldas Novas, merece um especial destaque. Formado em Odontologia e Farmácia em Uberaba, era o maior responsável pelo setor da saúde em Caldas Novas, visto que mantinha sua atividade de farmacêutico e dentista. Mesmo assim, nunca se descuidou das letras, tornando-se jornalista e incentivador da Academia de Artes de Caldas Novas. Leitor assíduo, chegou a ter uma biblioteca com mais de oitocentos títulos.


HINO NACIONAL DE CALDAS NOVAS


Autor : José Pinto Neto
Adaptado ao dobrado “ Quarteto Centenário”

Cantar é ter dom
De propagar alegria
Em cada som
Levando aos corações
O doce enlevo
De recordações .
É o mundo possuir
E conhecer o que é amor
Ter, sempre a sorrir.
A alma toda
Na voz do cantor

CALDAS NOVAS, de águas quentes.
Minha terra, onde eu nasci
Outros ares, outras gentes.
Como os teus eu nunca vi
CALDAS NOVAS que amo tanto
O meu deus te abençoou
Tuas fontes, remédio santo
Que a bondade de Deus legou

O CALDAS NOVAS do garimpo
Onde te filho trabalhou
Teu céu azul e sempre limpo
O Bandeirante norteou
Alem de teu vale fecundo
Ostenta linda, majestosa
(igual não há no mundo)
SERRA DE CALDAS, esplendorosa.

BANDEIRA

A bandeira criada por Mario Emídio de Andrade e adotada por lei no dia 20 de setembro de 1973, durante a administração de Martinho Palmerston R. Guimarães, a bandeira conte as seguintes características:
Em cor azul celeste, representado a água (nossa fonte de riqueza), e sentido horizontal, para direita e para esquerda, duas faixas onduladas, também em branco, duas faixas verde-amarelo, em seguida vertical, para baixo e para cima formando em seu todo um trvo e no centro do circulo branco as iniciais CN , de Caldas novas em vermelho


Brasão do município

O brasão também criado por Mario Emídio de Andrade e adotado por lei no dia 20 de Setembro de 1973, durante a administração de Martinho Palmerston R.
Guimarães, os brasões contem as seguintes características:

Um escudo, encimado por um castelo (em preto azul e branco) simbolizando a união dos municípios.
Divide-se o escudo em quatro partes: a primeira, do lado superior esquerdo, em frete amarelo, um lago (azul) em chamas se referindo, à Lagoa Quente de Pirapitinga ; a segunda, lado superior direito, uma mala de viagem
(emblema do turismo) em vermelho, com as iniciais CN em vermelho; a terceira, do lado inferior esquerdo todo em marrom, representado o minério; a quarta, do lado inferior direito a bandeira do estado de Goiás, e em baixo uma faixa circular em preto, com os dizeres; Estância Hidrotermal de Caldas Novas


História da Cidade - Academia de Letras

A cidade de Caldas Novas cultua devidamente os seus valores literários. Exemplo disso é a constituição da Academia de Letras e Artes de Caldas Novas.
A Academia foi fundada em 31 de agosto de 1990 pelos professores Álvaro Catelan e Genesco Bretas, além de Oscar Santos e Enoc Corrêa, e reúne pessoas que devotaram parte de sua vida à educação e à arte literária.
A Academia de Letras e Artes de Caldas Novas permite recuperar a tradição instaurada desde 1916, quando existiu nesse município o Grêmio Literário Recreativo Minerva. Esse grêmio visava despertar os jovens para a prática da leitura. A cultura local nessa época encontrou em Orcalino Santos, Pedro Branco de Souza, Mestre Orlando Rodrigues da Cunha, Cyro Palmerston Guimarães, Pedro Celestino da Silva, José Virgiliano do Carmo, João de Ozeda Ala, Odilon de Souza, José Theóphilo de Godoy, os primeiros incentivadores e mecenas das artes literárias da cidade.
Outro grande destaque literário de Caldas Novas foi Maria Cândida de Godoy. Filha de Juca de Godoy e Dona Béssie Borges de Godoy, tornou-se a melhor declamadora de poemas da cidade, chegando mesmo a fazer um curso de Declamação no Rio de Janeiro.
Por ter uma memória privilegiada e disciplinada, contava histórias e estórias de Caldas Novas de forma totalmente despretenciosa e natural. Desta mesma linhagem de intelectuais, Caldas deu a Goiás a sensível e modesta figura do Professor Bretas. Genesco Ferreira Bretas nasceu em Caldas Novas em 1911. Foi professor da Universidade Federal de Goiás e um dos maiores estudiosos da história da Educação no estado, além de ter sido um dos pioneiros na implantação dos cursos de educação na UFG e na Universidade Católica de Goiás. Nesse sentido, vale relacionar sua obra História da Instrução Pública em Goiás, livro fundamental para os estudiosos de História.
Oscar Santos é outro nome de destaque na história de Caldas Novas. Além de político, era reconhecido por sua memória invejável e por personificar o zelo pela memória histórica de Caldas Novas.
Juntamente com Celso de Godoy, fundou o primeiro jornal editado na cidade, denominado O Kró. Este jornal circulou por cinco anos na cidade, na década de 30. Celso de Godoy, outro importante incentivador das artes e da literatura em Caldas Novas, merece um especial destaque. Formado em Odontologia e Farmácia em Uberaba, era o maior responsável pelo setor da saúde em Caldas Novas, visto que mantinha sua atividade de farmacêutico e dentista. Mesmo assim, nunca se descuidou das letras, tornando-se jornalista e incentivador da Academia de Artes de Caldas Novas. Leitor assíduo, chegou a ter uma biblioteca com mais de oitocentos títulos.

Referencia bibliográfica:
As Fabulosas águas quentes de Caldas Novas – Taylor Oriente
Caldas Novas, Ontem e Hoje – Ana Cristina Elias / 1994.
Caldas Novas a nossa cidade (Cartilha) –.Magali Izuwa / 2003.

 

 

 

 

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